Decidido a tirar as teias de aranha do dedo escolho escrever mais um conto. Até porque toda aranha é venenosa. Perdoem a prática perdida (falo assim como se tivesse 30 mil leitores).
Ao conto!
Já escreve. Nem o pai nem a mãe perceberam de tão rápido que o menino começou a ler tudo. Do "ro... sa" até qualquer placa de qualquer padaria, hospital, casas de tatuagens e de todo o resto, chegava a irritar todo mundo, daí, a primeira palavra não foi um "mamãe" sem graça. Ele sempre surpreendeu a todos. Disse "captura", quer dizer, dizer dizer mesmo foi "caputúrua" nunca vi tanto U assim... Como ele dormia a sono solto no peito da mãe, largou dele com um ano e meio mais ou menos. "o outro pé!"... "um pé!" dizia o pai todo alegre quando ele deu os primeiros passos... Deixou de precisar da ajuda do pai para andar sozinho.
Acho melhor parar por aqui... senãoa história fica deprimente demais...
08/04/2008
10/03/2008
Pisando em ovos... um segundo tiro...
e tudo começa com um erro... e outro e outro... mas nunca um fim... talvez um fim pros erros... mas um fim temporário... todo mundo sabe que nada tem fim em tudo...
os erros dão graça aos acertos.... como diria Lulu santos em uma música (note a ausência das aspas... não vai por isso no google... interprete...) e os acertos depois demonstraram a boa intenção dos erros
apesar daquele momento constrangedor de "leite derramado", esqueçamos isso... aliás... lembremos... pra não derramar de novo... o leite... digo... o branco não deve ficar no chão... mas em outras coisas beeem mais importantes...
eu pensei em um milhão de textos pra escrever aqui hoje... imaginei um monte de coisas pra receber esses dias...
mas o hoje é sempre o melhor de todos os dias e mais do que essencial!
até o próximo texto!
os erros dão graça aos acertos.... como diria Lulu santos em uma música (note a ausência das aspas... não vai por isso no google... interprete...) e os acertos depois demonstraram a boa intenção dos erros
apesar daquele momento constrangedor de "leite derramado", esqueçamos isso... aliás... lembremos... pra não derramar de novo... o leite... digo... o branco não deve ficar no chão... mas em outras coisas beeem mais importantes...
eu pensei em um milhão de textos pra escrever aqui hoje... imaginei um monte de coisas pra receber esses dias...
mas o hoje é sempre o melhor de todos os dias e mais do que essencial!
até o próximo texto!
03/03/2008
De fim a fim... um coxo...
Tudo começa com um fim... um homem que não conseguia enfrentar seus traumas morre... de atropelamento... ele não foi o atropelado... seu carro derrapa e, para salvar a vítima, que sofre uma lesão no calcanhar, capota até o meio fio...
Do morto nada tenho a continuar... essa história já acabou... os vivos que nos contam coisas... e Seliu não me tinha dito nada sobre quem o atropelou...
só sobre o maldito ferimento... não em apreceu grave na verdade... tinha uma faixinha... coisa de uma semana e ele estaria ótimo.
Logo após a morte instantânea, Seliu, que não tem medo nem traumas, caminhou mancando até o carro, ligou para o 192 e chamou uma ambulância. Procurou algum documento, viu familiares, deu a notícia... coisas do tipo.
Seliu decidiu por agradecer pela vida que Deus prolongou por mais algum tempo (segundo ele, pouco tempo... mas isso é mais pra frente). Foi a igreja. Saindo de lá... Seu amigo ligou pra ele, querendo marcar de tomar uma naquela hora... "você vive marcando coisa assim do nada e eu nunca posso ir! Tenho dentista agora" viu que não conseguiria chegar no dentista a tempo... "quer dizer... bem... não poderei sair hoje! tchau!" tinha resolvido surpreender a esposa... Seliu nunca foi alguém romântico... enfim! foi a floricultura, comprou um buquê de rosas vermelhas, comprou uma caixa de bombons no shopping, escreveu uma cartinha De Seliu a Clara, e foi vê-la.
Chegando em casa... Seliu deu de cara com uma traição. O amigo da ligação estava em uma "conexão bem mais forte" com a Clara... o buquê cai. A desleal acabara de soltar a toalha... não havia motivo para esconder mais nada... bombons rolam por todo o lugar... Seliu preferiu não birgar... ele é muito sábio. Conversou com a Clara... Brigou com seu melhor amigo, discutiu com Clara e contou pras crianças que o papai deveria se separar da casa e do casalzinho por um tempo. "Para reorganizar a minha vida..." Os filhos sorriram. Sabiam do que estavam acontecendo... definitivamente os sintomas não eram claros... mas eles também já não eram crianças.
Quando Seliu estava saindo escutou a voz da menina "Você sabe que a culpa é sua né pai?" ... "por isso não fez nenhum escarcéu..." o menino emenda "Seus ferimentos são fundos demais para você se recuperar com a mamãe!". Seliu segue mancando em frente... Precisava de reorganizar sua vida... Liga para o chefe e pede um adiantamento para poder dar entrada em um apartamento novo... "nada de caro demais!". Luciano chamou-o para o escritório. Seliu pegou um ônibus e, ao chegar na sala... Viu o aviso prévio indenizado na mesa do chefe... "Você sempre foi o de maiores rendimentos... mas nós sabemos que você tem caído e o quanto você fica deficiente sem Clara..." As razões eram realmente plausíveis... Seliu saiu com a carta sem poder dizer nada... Foi até a igreja de novo, ouviu o padre dizer "os mesmos sinais que fecham a porta!... Abrem a janela!" e pediu a Deus um sinal que melhorasse sua vida... De repente uma luz enorme é acesa e, pelo espelho da mulher que estava abaixo da lâmpada, o letreiro de um bar na frente da igreja é iluminado.
Seliu não entendeu direito mas seguiu até o bar, na porta da igreja, por estar mancando, esbarra numa moça, bonita até... seu nome é Lusse (meio grego), mas ela não entra na história... Seliu segue andando, e, esperando a solução chegar, pede um whisky... ao ver a bebida na bancada... descobre o que lhe foi indicado... começa a beber...
Ao invés de esquecer as mágoas... Seliu me conta tudo e se afoga nelas... Eu reproduzo a história... mas creio que sua vida vai tomar a ordem certa... quem sabe depois que o calcanhar melhorar...
Do morto nada tenho a continuar... essa história já acabou... os vivos que nos contam coisas... e Seliu não me tinha dito nada sobre quem o atropelou...
só sobre o maldito ferimento... não em apreceu grave na verdade... tinha uma faixinha... coisa de uma semana e ele estaria ótimo.
Logo após a morte instantânea, Seliu, que não tem medo nem traumas, caminhou mancando até o carro, ligou para o 192 e chamou uma ambulância. Procurou algum documento, viu familiares, deu a notícia... coisas do tipo.
Seliu decidiu por agradecer pela vida que Deus prolongou por mais algum tempo (segundo ele, pouco tempo... mas isso é mais pra frente). Foi a igreja. Saindo de lá... Seu amigo ligou pra ele, querendo marcar de tomar uma naquela hora... "você vive marcando coisa assim do nada e eu nunca posso ir! Tenho dentista agora" viu que não conseguiria chegar no dentista a tempo... "quer dizer... bem... não poderei sair hoje! tchau!" tinha resolvido surpreender a esposa... Seliu nunca foi alguém romântico... enfim! foi a floricultura, comprou um buquê de rosas vermelhas, comprou uma caixa de bombons no shopping, escreveu uma cartinha De Seliu a Clara, e foi vê-la.
Chegando em casa... Seliu deu de cara com uma traição. O amigo da ligação estava em uma "conexão bem mais forte" com a Clara... o buquê cai. A desleal acabara de soltar a toalha... não havia motivo para esconder mais nada... bombons rolam por todo o lugar... Seliu preferiu não birgar... ele é muito sábio. Conversou com a Clara... Brigou com seu melhor amigo, discutiu com Clara e contou pras crianças que o papai deveria se separar da casa e do casalzinho por um tempo. "Para reorganizar a minha vida..." Os filhos sorriram. Sabiam do que estavam acontecendo... definitivamente os sintomas não eram claros... mas eles também já não eram crianças.
Quando Seliu estava saindo escutou a voz da menina "Você sabe que a culpa é sua né pai?" ... "por isso não fez nenhum escarcéu..." o menino emenda "Seus ferimentos são fundos demais para você se recuperar com a mamãe!". Seliu segue mancando em frente... Precisava de reorganizar sua vida... Liga para o chefe e pede um adiantamento para poder dar entrada em um apartamento novo... "nada de caro demais!". Luciano chamou-o para o escritório. Seliu pegou um ônibus e, ao chegar na sala... Viu o aviso prévio indenizado na mesa do chefe... "Você sempre foi o de maiores rendimentos... mas nós sabemos que você tem caído e o quanto você fica deficiente sem Clara..." As razões eram realmente plausíveis... Seliu saiu com a carta sem poder dizer nada... Foi até a igreja de novo, ouviu o padre dizer "os mesmos sinais que fecham a porta!... Abrem a janela!" e pediu a Deus um sinal que melhorasse sua vida... De repente uma luz enorme é acesa e, pelo espelho da mulher que estava abaixo da lâmpada, o letreiro de um bar na frente da igreja é iluminado.
Seliu não entendeu direito mas seguiu até o bar, na porta da igreja, por estar mancando, esbarra numa moça, bonita até... seu nome é Lusse (meio grego), mas ela não entra na história... Seliu segue andando, e, esperando a solução chegar, pede um whisky... ao ver a bebida na bancada... descobre o que lhe foi indicado... começa a beber...
Ao invés de esquecer as mágoas... Seliu me conta tudo e se afoga nelas... Eu reproduzo a história... mas creio que sua vida vai tomar a ordem certa... quem sabe depois que o calcanhar melhorar...
26/02/2008
Evolução... livre arbítrio e sacrifício... enfim... Cunhapora
um homem entra na selva... selva comum... homem comum... só o dia que não é muito comum, sabe como é! Homens comuns não entram em selva né?
- Puxa vida! dê andamento ao seu texto! continua a história... os leitores sabem que homens comuns não entram em selva... é redundante... sabe?
tá bom... Carlos fica meio receoso... olha para aquelas árvores grandes e grossas... "por que eu iria ter medo de árvores?" pensa ele... E entra na floresta.
-Calma aí! Esse Carlos é meio imbecil! Ninguém fica com medo de entrar na selva por causa de árvores!!!
Mas e a imponência delas? Ele não é burro... é a condição humana... da coragem momentânea... provar pra si mesmo...
-Dane-se a imponência... não se entra por animais... entende?
Não... nunca fui numa selva... Carlos anda pelas árvores, miquinhos e cotovias... se sente mais corajoso... olhou pra sua bússola... fechou-a, escolheu a direção e foi...
-Que cara imbecil! Por acaso esse Carlos acha que tem duas onças na "porta" da selva em posição de ataque esperando por ele pra cobrar passagem?
Cala a boca... seguindo para Sul, Carlos deu de cara com uma
-Onça?
Moça... uma moça nua... com pinturas pelo corpo... com um vaso de cerâmica trabalhado a mão colocando água nele...
-Você não tinha uma imagem mais óbvia e sem originalidade pra criar não seu autor de meia-tigela?
Não... "Olá!" Disse Carlos... a moça olhou assustada e gritou alguma coisa que eu não saberia dizer pra vocês, leitores, o que era...
-Novamente... a anta achou que a índia saberia falar português
Não é novamente... ele nunca tinha pensado isso... De repente! quatro homens com lanças cercaram Carlos... ele tentou fugir mas uma rede o prendeu e quando os homens iriam pegá-lo...
- E o homem branco supera a subcultura indígena... que preconceito...
Uma onça pintada apareceu... e duas! três! os índios correram e Carlos... desesperado... começou a chorar. Um choro indefeso... Carlos se lembra até de quando tinha uns 10 anos... A moça... ao olhar para Carlos... se sente culpada por ter participado daquilo tudo para o "intruso" da selva... pensou em ajudar... pegou numa pedra... quando olhou para a outra armadilha...
-Por que os índios não ativaram a outra armadilha? que imbecil!
Cala a boca... eram flechas... que atirariam na direção de Carlos... esperou as onças chegarem perto... mais perto... Carlos se paralisa... pensa em gritar, em cortar a corda... em rolar... até em chamar a NASA... pensa demais... Perto demais! A moça joga a pedra!
-Como assim! era pra você falar o nome dela!!
Por quê?
-por quê? não sei... senti que fosse necessário...
Não sei... Cunhapora joga a pedra! erra! Joga de novo! já era tarde... mas acerta as onças... que morrem... uma flecha passa por ela... a dor acorda os nervos! ela corre... chega... tira as onças de cima... e vê Carlos... uma mordida de um lado... uma flecha de outro... só a mordida poderia ter sido o bastante... ou não? Cunhapora nunca vai saber... agarra a flecha e a cheira! não tinha veneno... A alma dele estava lá... ela salta para o homem...
-Cuma?!
Adentra no espírito... se perde nele... nunca mais volta... entendeu?
-Não teria entendido antes disso... nem eu nem ninguém
Obrigado... Cunhapora nunca mais volta... fica lá... nada... corre... vôa... junto com a alma pura do homem branco... que teve coragem de morrer como um índio em uma morte patética de homem branco... preso na rede... pego por flechas... não importa... aceitou a morte
-O homem?
Não... Cunhapora... pega a flecha e enfia no peito... morre... entra em si mesma... dentro dele... se sente bem...
-Todo mundo tinha de morrer?põe um final feliz por favor?
tá bom... Fim!
-Só?
só...
- Puxa vida! dê andamento ao seu texto! continua a história... os leitores sabem que homens comuns não entram em selva... é redundante... sabe?
tá bom... Carlos fica meio receoso... olha para aquelas árvores grandes e grossas... "por que eu iria ter medo de árvores?" pensa ele... E entra na floresta.
-Calma aí! Esse Carlos é meio imbecil! Ninguém fica com medo de entrar na selva por causa de árvores!!!
Mas e a imponência delas? Ele não é burro... é a condição humana... da coragem momentânea... provar pra si mesmo...
-Dane-se a imponência... não se entra por animais... entende?
Não... nunca fui numa selva... Carlos anda pelas árvores, miquinhos e cotovias... se sente mais corajoso... olhou pra sua bússola... fechou-a, escolheu a direção e foi...
-Que cara imbecil! Por acaso esse Carlos acha que tem duas onças na "porta" da selva em posição de ataque esperando por ele pra cobrar passagem?
Cala a boca... seguindo para Sul, Carlos deu de cara com uma
-Onça?
Moça... uma moça nua... com pinturas pelo corpo... com um vaso de cerâmica trabalhado a mão colocando água nele...
-Você não tinha uma imagem mais óbvia e sem originalidade pra criar não seu autor de meia-tigela?
Não... "Olá!" Disse Carlos... a moça olhou assustada e gritou alguma coisa que eu não saberia dizer pra vocês, leitores, o que era...
-Novamente... a anta achou que a índia saberia falar português
Não é novamente... ele nunca tinha pensado isso... De repente! quatro homens com lanças cercaram Carlos... ele tentou fugir mas uma rede o prendeu e quando os homens iriam pegá-lo...
- E o homem branco supera a subcultura indígena... que preconceito...
Uma onça pintada apareceu... e duas! três! os índios correram e Carlos... desesperado... começou a chorar. Um choro indefeso... Carlos se lembra até de quando tinha uns 10 anos... A moça... ao olhar para Carlos... se sente culpada por ter participado daquilo tudo para o "intruso" da selva... pensou em ajudar... pegou numa pedra... quando olhou para a outra armadilha...
-Por que os índios não ativaram a outra armadilha? que imbecil!
Cala a boca... eram flechas... que atirariam na direção de Carlos... esperou as onças chegarem perto... mais perto... Carlos se paralisa... pensa em gritar, em cortar a corda... em rolar... até em chamar a NASA... pensa demais... Perto demais! A moça joga a pedra!
-Como assim! era pra você falar o nome dela!!
Por quê?
-por quê? não sei... senti que fosse necessário...
Não sei... Cunhapora joga a pedra! erra! Joga de novo! já era tarde... mas acerta as onças... que morrem... uma flecha passa por ela... a dor acorda os nervos! ela corre... chega... tira as onças de cima... e vê Carlos... uma mordida de um lado... uma flecha de outro... só a mordida poderia ter sido o bastante... ou não? Cunhapora nunca vai saber... agarra a flecha e a cheira! não tinha veneno... A alma dele estava lá... ela salta para o homem...
-Cuma?!
Adentra no espírito... se perde nele... nunca mais volta... entendeu?
-Não teria entendido antes disso... nem eu nem ninguém
Obrigado... Cunhapora nunca mais volta... fica lá... nada... corre... vôa... junto com a alma pura do homem branco... que teve coragem de morrer como um índio em uma morte patética de homem branco... preso na rede... pego por flechas... não importa... aceitou a morte
-O homem?
Não... Cunhapora... pega a flecha e enfia no peito... morre... entra em si mesma... dentro dele... se sente bem...
-Todo mundo tinha de morrer?põe um final feliz por favor?
tá bom... Fim!
-Só?
só...
08/02/2008
Inspire... Transpire...
hoje eu escutei uma frase que é de João Cabral de Melo Neto se não me engano...
"escrever é 10% inspiração, 90% transpiração"
além disso... o último conto gerou algumas críticas quanto a minha velocidade pra fazer meus textos...
resolvi então fazer um conto transpirado... então fui raciocinar na coisa...
"Geralmente, costumo me dar bem na função metalinguística... então vou começar falando de como escrevo e... calma aí!"
aí me veio uma epifania! (do grego epi "acima de" e fanos "luz" significa superar a sua mente... sua luz... um "insight") meus contos são, geralmente, inspirados no meu cotidiano... e, principalmente agora, meu cotidiano é composto de bastante transpiração... dedicação, análise... e se eu semrpe achei que não tinha inspiração o bastante... só perco 10% do aproveitamento máximo de um texto... entãoa transpiração está na raiz dos meus textos!
pode ser uma grande desculpa de preguiçoso... mas aí vai o conto:
"não sei... precisa de algo pra dissipar mais energia..." disse Téo olhando pro circuito
"como assim Téo?! Cê tá ficando LOUCO?!" disse Carlos ironizando depois "deixar a energia dentro é bom. Imagina quantas pessoas procuram sentimento na vida delas! O sentimento é necessário... Hahahahahaha!"
"tá bom! tá bom! mas sentimento é a essência... emoção não extravasada pode dar errado... sei lá... assim como esse circuito... esses elétrons circulando aqui dentro, e só uma lâmpada... uma resistência... tanta conversa... é como se você só se expressasse com a fala..."
"cala a boca! você não sabe do que fala! tá ótimo... é pra testar a bateria... acendeu a luzinha verde e pumba!!!"
De repente, Pumba! o circuito começou a pegar fogo...
"aaaa! Fogo! Téo!!!! FOGO!!!! olha minha roupa Téo! Olha!!!"
"Calma Carlos! o extintor tá alí... já vou pegar..."
" que mané calma! eu to pegando fogo seu imbecil! você não liga pros amigos! IMBECIL!!"
"Carlos! você não me deixa apagar o fogo... para de se mexer!!"
Mas Carlos não parou de se mecher e, desesperado, foi consumido pelas chamas... Téo, com tristeza e respeito, terminou a pesquisa em homenagem a seu amigo Carlos... a bateria ganhou seu nome. Ela gerava tanta energia que havia uma versão com uma lâmpada, que por falta de nome... os usuários botaram o nome Téo... O engraçado é que Téo passou a sempre dispersar a energia de Carlos... fez sucesso a energia que a bateria gerava... ninguém nem lembrava da lâmpada... mas a luzinha verde dá segurança e um toque especial pra obra...
"escrever é 10% inspiração, 90% transpiração"
além disso... o último conto gerou algumas críticas quanto a minha velocidade pra fazer meus textos...
resolvi então fazer um conto transpirado... então fui raciocinar na coisa...
"Geralmente, costumo me dar bem na função metalinguística... então vou começar falando de como escrevo e... calma aí!"
aí me veio uma epifania! (do grego epi "acima de" e fanos "luz" significa superar a sua mente... sua luz... um "insight") meus contos são, geralmente, inspirados no meu cotidiano... e, principalmente agora, meu cotidiano é composto de bastante transpiração... dedicação, análise... e se eu semrpe achei que não tinha inspiração o bastante... só perco 10% do aproveitamento máximo de um texto... entãoa transpiração está na raiz dos meus textos!
pode ser uma grande desculpa de preguiçoso... mas aí vai o conto:
"não sei... precisa de algo pra dissipar mais energia..." disse Téo olhando pro circuito
"como assim Téo?! Cê tá ficando LOUCO?!" disse Carlos ironizando depois "deixar a energia dentro é bom. Imagina quantas pessoas procuram sentimento na vida delas! O sentimento é necessário... Hahahahahaha!"
"tá bom! tá bom! mas sentimento é a essência... emoção não extravasada pode dar errado... sei lá... assim como esse circuito... esses elétrons circulando aqui dentro, e só uma lâmpada... uma resistência... tanta conversa... é como se você só se expressasse com a fala..."
"cala a boca! você não sabe do que fala! tá ótimo... é pra testar a bateria... acendeu a luzinha verde e pumba!!!"
De repente, Pumba! o circuito começou a pegar fogo...
"aaaa! Fogo! Téo!!!! FOGO!!!! olha minha roupa Téo! Olha!!!"
"Calma Carlos! o extintor tá alí... já vou pegar..."
" que mané calma! eu to pegando fogo seu imbecil! você não liga pros amigos! IMBECIL!!"
"Carlos! você não me deixa apagar o fogo... para de se mexer!!"
Mas Carlos não parou de se mecher e, desesperado, foi consumido pelas chamas... Téo, com tristeza e respeito, terminou a pesquisa em homenagem a seu amigo Carlos... a bateria ganhou seu nome. Ela gerava tanta energia que havia uma versão com uma lâmpada, que por falta de nome... os usuários botaram o nome Téo... O engraçado é que Téo passou a sempre dispersar a energia de Carlos... fez sucesso a energia que a bateria gerava... ninguém nem lembrava da lâmpada... mas a luzinha verde dá segurança e um toque especial pra obra...
27/01/2008
hoje a noite não tem luar... 1a parte...
"ela passou do meu lado..." mas foi pra uma outra mesa...
alguns dias depois o menino toma coragem de puxar assunto... e a coisa funciona muito bem... tem coisas em comum q todo mundo precisa de assunto em comum... mas tem coisas q são opostas... um dia depois, à tarde... a primeira parte da música tem seu fim feliz...
o menino chega em casa... e, olhando pro celular e prum bloco de papel em sua mão, vendo sse escrevia ou não nele... recebe um bolo de presente... bem amargo... mas ele tem de comer...
depois do bolo... ele escreve no bloco... como se fosse num filme de amor e morte... um número, um nome e um comentário... como usual... como sempre termina... aquela inha sio sóa primeira parte...
alguns dias depois o menino toma coragem de puxar assunto... e a coisa funciona muito bem... tem coisas em comum q todo mundo precisa de assunto em comum... mas tem coisas q são opostas... um dia depois, à tarde... a primeira parte da música tem seu fim feliz...
o menino chega em casa... e, olhando pro celular e prum bloco de papel em sua mão, vendo sse escrevia ou não nele... recebe um bolo de presente... bem amargo... mas ele tem de comer...
depois do bolo... ele escreve no bloco... como se fosse num filme de amor e morte... um número, um nome e um comentário... como usual... como sempre termina... aquela inha sio sóa primeira parte...
09/01/2008
Autorama
alguem já viu uma pista de autorama? pergunta idiota... todo mundo já viu uma pista de autorama... quem nunca apertou aquele botãozinho e viu o seu carrinho fazer um oito... tentar ir mais rápido e acabar descarrilhando... enfim... agora eu vou reduzir o grupo de "sim"s...
todo mundo sabe que a pista de autorama tem dois trilhos... pra dois carrinhos... quem já pôs mais ok... mas eu acho que o resultado não deve ser agradável... enfim... aí vai a pergunta... alguém já viu uma pista onde os trilhos dela se cruzam? assim, fazem um X... aí fica-se morrendo de medo por que os carrinhos podem bater... pelo menos eu ficava. Eu era novo... peguem leve...
Enfim... eu fico imaginando um autorama numa chácara qualquer e crianças brincando... quando os carrinhos se cruzam... o que será que eles sentiriam (se sentissem algo... não sou tão imbecil) eles se aproximam, quase batem, jogam rpg e tudo mais (piadinha infeliz e sem graça...), pra seguir caminhos paralelos, separados de novo. E do nada eles se encontram de novo! Ninguém viu o quão legal é isso? Ninguém pergunta pros carrinhos se eles querem ficar lá... só apertam o botão e deixam a corrente elétrca empurrar os carrinhos... qual será o risco de um carrinho, num encontro desses, mudar de pista no X? e ser puxado pra uma linha de história coincidente com o outro carrinho... digo... a mesma linha! Não mais histórias paralelas... É isso.
Compartilho com vocês essa minha experiência de infância...
Sem mais
Rodrigo
todo mundo sabe que a pista de autorama tem dois trilhos... pra dois carrinhos... quem já pôs mais ok... mas eu acho que o resultado não deve ser agradável... enfim... aí vai a pergunta... alguém já viu uma pista onde os trilhos dela se cruzam? assim, fazem um X... aí fica-se morrendo de medo por que os carrinhos podem bater... pelo menos eu ficava. Eu era novo... peguem leve...
Enfim... eu fico imaginando um autorama numa chácara qualquer e crianças brincando... quando os carrinhos se cruzam... o que será que eles sentiriam (se sentissem algo... não sou tão imbecil) eles se aproximam, quase batem, jogam rpg e tudo mais (piadinha infeliz e sem graça...), pra seguir caminhos paralelos, separados de novo. E do nada eles se encontram de novo! Ninguém viu o quão legal é isso? Ninguém pergunta pros carrinhos se eles querem ficar lá... só apertam o botão e deixam a corrente elétrca empurrar os carrinhos... qual será o risco de um carrinho, num encontro desses, mudar de pista no X? e ser puxado pra uma linha de história coincidente com o outro carrinho... digo... a mesma linha! Não mais histórias paralelas... É isso.
Compartilho com vocês essa minha experiência de infância...
Sem mais
Rodrigo
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