observo um casal... não são casados ou namorando... apenas um homem e uma mulher... ambos namorando, não consigo mesmos... claro que não leio mentes, mas algo me preocupa.
o homem lembra da sua namorada... permanece firme. mantém a conversa, os dois são muito bonitos e atraentes, mantém a conversa.
A mulher também começa decidida... faz a cruzada de pernas que os homens costumam fazer, como um 4 horizontal. Posição típica de quem não quer, senta-se aos modos de um homem pra se parecer com um... uma amiga talvez, nada que o sexo oposto tenha a ver com isso. Mas sua roupa... ela não está confortável naquela posição... ela quer convencer a si mesma de que gosta muito do namorado e não se deixará levar por vontade ou tesão... pois como eu já disse, os dois são bonitos e atraentes.
os dois lados, vontade e lealdade, brigam e lutam em seu inconsciente. Ela sabe que é bonita (já disse que não leio mentes, as deduções têm seu caminho lógico explicado à frente.), sabe que vence a barreira do homem. A famosa superioridade feminina na conquista. O homem que se aproxima, mas a mulher sempre é quem escolhe. Mudança leve nas posições... ela consegue obedecer a vontade e enganar a lealdade... mantém-se no 4!!! mas aponta o pé da base para o homem, buscando um conforto, não para de mexer no cabelo, por causa do calor da noite... e de vez enquando morde o lábio inferior e escora as unhas levemente na perna suspensa no 4. Os sinais de seduções são claros... O homem passa a aguentar cada vez menos. se sente inquieto, tenta manter-se olhando para frente, e não para a diagonal onde ela se posiciona. mas o que tem apenas o olho? Ele começa a se sentir desconfortável, vai girando o corpo todo lentamente, tentando movimentos contrários o tempo todo, de cima pra baixo, até virar o pé... e se envolver na conversa... verdade seja dita, ela é extremamente atraente, e a vontade no homem não precisa de brigar com a lealdade, ela é bem grande... um "homem de caráter" não deixa momentos em que essa prova de forças seja necessária.. mas eu sou prova de que ela era inevitável, pelo menos eu não consigo pensar, mesmo olhando de fora, numa maneira de prever isso pra evitar com antecedência... os dois namoram, são maduros, pra quê?! há alguma coisa dessa dúvida nela agora também... ela conta uma piada e se desfaz completamente para rir... em algum momento a sedução não acontece... ele literalmente balança a cabeça como se tentasse acordar... "deve ser a cerveja..." ele diz... mas eu sei que ele acordou. Algum tempo depois o incidente se repete, nenhum dos dois aguenta... a história deles de amizade/vontade é veeelha... mas nenhum deles quer admitir. mas eles vão ficar sob os olhos de ninguém... no escuro total. Já ficaram juntos quando não tinham nada que os prendia... mas em breve eu não os verei mais... e ninguém os verá mais... e daí? o que acontece?
obrigado pela atenção...
(o caso não é verídico e eu só quis avisar no final pra manter a suspense... mas todos os sinais fazem sentido... fiquei mto tempo bolando essa situação)
29/12/2007
16/12/2007
Conto em 3 partes
bom... Desculpa a demora... A criatividade nessas férias tá baixa... até porque as pessoas que eu conheço estão em 3 grupos (salvo não menos importantes excessões), Família, EAC e CSA. E sem eles tá osso.
O produtor de um circo muito famoso conversava com o tesoureiro (nem sei se circo tem tesoureiro) do grupo e disse:
-Quanto vai ser a entrada?
-300 reais. - responde o tesoureiro.
-Põe 480
-por quê? - estranha o tesoureiro
-uai! todo mundo aqui no Brasil falsific aum documento pra ter carteirinha de estudante e pagar meia. Fica 240!
-É verdade... você tem razão.
Parte II
Dois deputados conversam.
-Aceita ou não a propina?
-Ah não...
-Como não?! 240 mil reais!!!
-Mas eu não fui votado pra isso.
-Besteira!
-Acho errado... sei lá...
-Você é muito besta! Todo mundo pega a fatia dele! Todo mundo sabe disso, quem vota sabe que receb isso em troca
Parte III
.Enquanto isso, duas pessoas conversa.
-Vamo no circo?
-Ah não... tá caro...
-Como caro? só 240!
-Mas eu não tenho carteirinha de estudante, não estudo...
-Por que não?!
-Acho errado... sei lá...
-Você é muito besta! Todo mundo tem carteirinha de estudante... O disconto que a gente ganha são migalhas pra eles!
bom... Algumas contas já dá pra fazer pensar... De "migalhas" são feitos muitos pães, que muita gente não tem.
É mais isso... escutei coisa parecida e fiquei encucado... quem quiser dar a opinião... pode dar...
O produtor de um circo muito famoso conversava com o tesoureiro (nem sei se circo tem tesoureiro) do grupo e disse:
-Quanto vai ser a entrada?
-300 reais. - responde o tesoureiro.
-Põe 480
-por quê? - estranha o tesoureiro
-uai! todo mundo aqui no Brasil falsific aum documento pra ter carteirinha de estudante e pagar meia. Fica 240!
-É verdade... você tem razão.
Parte II
Dois deputados conversam.
-Aceita ou não a propina?
-Ah não...
-Como não?! 240 mil reais!!!
-Mas eu não fui votado pra isso.
-Besteira!
-Acho errado... sei lá...
-Você é muito besta! Todo mundo pega a fatia dele! Todo mundo sabe disso, quem vota sabe que receb isso em troca
Parte III
.Enquanto isso, duas pessoas conversa.
-Vamo no circo?
-Ah não... tá caro...
-Como caro? só 240!
-Mas eu não tenho carteirinha de estudante, não estudo...
-Por que não?!
-Acho errado... sei lá...
-Você é muito besta! Todo mundo tem carteirinha de estudante... O disconto que a gente ganha são migalhas pra eles!
bom... Algumas contas já dá pra fazer pensar... De "migalhas" são feitos muitos pães, que muita gente não tem.
É mais isso... escutei coisa parecida e fiquei encucado... quem quiser dar a opinião... pode dar...
04/12/2007
Hito Vein Salur. Pirâmides, Estrela e Nascimento.
Era uma vez um desbravador de pirâmides chamdo hito vein salur... ele sempre tinha alguma pirâmide pra desbravar, não por recompensas, pois não encontrava nada, mas por diversão apenas... Quase sempre que seus amigos o chamavam, ele estava muito ocupado desbravando um pirâmide, ou num labirinto, ou numa esfinge.
Certo dia, Hito viu uma pirâmide muito antiga, ele tinha marcado um encontro com os amigos, pra matar a saudade. Mas pensou "eles vão entender..." e foi pirâmide adentro.
muito tempo (ou nem tanto assim) passou, e Hito se sentia preocupado que não tinha contato com seus amigos, ainda mais nas férias, cada um ia pro seu canto e o contato entre eles ficava difícil. Então Hito ligou pro que estava mais distante e disse "é que eu acho que você se afastou demais do grupo..." entre outras coisas, o amigo de Hito se desculpou, realmente ele havia se afastado, Hito era um homem sábio. Outro dia eles se encontraram num bar, conversaram, e marcaram um encontro pra semana que vem, já que seu amigo rpecisava te dar uma notícia. Mas Hito tinha se esquecido de uma expedição que iria fazer na outra semana, teve que cancelar o próximo encontro. Era uma pirâmide conhecida já por ele, mas as expedições "nunca são desmarcadas!" como ele sempre disse.
Dentro da pirâmide, deviam ser umas 8 da noite e Hito viu uma sala vasta Completamente iluminada, Hito achou estranho, pois isso não deveria acontecer naquela hora, entrou com cuidado na sala e viu que ela era iluminada por um sistema de espelhos (já conhecido por ele, que usavam o sol pra iluminar de dia.) que refletiam a luz de uma estrela nunca vista por Hito. E o mais interessante é que a estrela iluminava um ponto de um mapa no chão da pirâmide, formado também pela luz da estrela. Como se ela estivesse indicando um caminho, mas hito ignorou, devia ser coincidência... Ao sair com seu jipe da pirâmide, ele escutou um choro de nenêm, perto do local indicado pela estrela, que ficava no caminho de sua volta. Nem assim Hito parou pra dar uma olhada. Continuou na sua Rota quando deu de cara com o famoso anjo Gabriel que disse:
-volta logo pro local indicado pelo mapa ou você quer que eu empurre seu jipe até lá?!?!?!
Ao voltar, maravilhado pelas intervenções divinas na sua vida. Com quem que Hito deu de cara? com Ele!
Aquele amigo distante seu, que não conversa com você há um tempão, com um bebê no colo dizendo. Era essa a notícia que eu precisava te dara amigo! Sou pai agora! E você é o padrinho cara!
Hito e o seu amigo se abraçaram com força e a amizade nasceu de novo junto com o menino.
E que ela não tenha que esperar até o próximo natal pra nascer de novo!
Feliz Natal e Boas festas À Todos!!!
Rodrigo
Certo dia, Hito viu uma pirâmide muito antiga, ele tinha marcado um encontro com os amigos, pra matar a saudade. Mas pensou "eles vão entender..." e foi pirâmide adentro.
muito tempo (ou nem tanto assim) passou, e Hito se sentia preocupado que não tinha contato com seus amigos, ainda mais nas férias, cada um ia pro seu canto e o contato entre eles ficava difícil. Então Hito ligou pro que estava mais distante e disse "é que eu acho que você se afastou demais do grupo..." entre outras coisas, o amigo de Hito se desculpou, realmente ele havia se afastado, Hito era um homem sábio. Outro dia eles se encontraram num bar, conversaram, e marcaram um encontro pra semana que vem, já que seu amigo rpecisava te dar uma notícia. Mas Hito tinha se esquecido de uma expedição que iria fazer na outra semana, teve que cancelar o próximo encontro. Era uma pirâmide conhecida já por ele, mas as expedições "nunca são desmarcadas!" como ele sempre disse.
Dentro da pirâmide, deviam ser umas 8 da noite e Hito viu uma sala vasta Completamente iluminada, Hito achou estranho, pois isso não deveria acontecer naquela hora, entrou com cuidado na sala e viu que ela era iluminada por um sistema de espelhos (já conhecido por ele, que usavam o sol pra iluminar de dia.) que refletiam a luz de uma estrela nunca vista por Hito. E o mais interessante é que a estrela iluminava um ponto de um mapa no chão da pirâmide, formado também pela luz da estrela. Como se ela estivesse indicando um caminho, mas hito ignorou, devia ser coincidência... Ao sair com seu jipe da pirâmide, ele escutou um choro de nenêm, perto do local indicado pela estrela, que ficava no caminho de sua volta. Nem assim Hito parou pra dar uma olhada. Continuou na sua Rota quando deu de cara com o famoso anjo Gabriel que disse:
-volta logo pro local indicado pelo mapa ou você quer que eu empurre seu jipe até lá?!?!?!
Ao voltar, maravilhado pelas intervenções divinas na sua vida. Com quem que Hito deu de cara? com Ele!
Aquele amigo distante seu, que não conversa com você há um tempão, com um bebê no colo dizendo. Era essa a notícia que eu precisava te dara amigo! Sou pai agora! E você é o padrinho cara!
Hito e o seu amigo se abraçaram com força e a amizade nasceu de novo junto com o menino.
E que ela não tenha que esperar até o próximo natal pra nascer de novo!
Feliz Natal e Boas festas À Todos!!!
Rodrigo
27/11/2007
Vento a 100 por hora
Dentro de um ônibus a 1oo por hora, Carlinhos põe a cabeça pra for apra ver as matas do cerrado mineiro.
Sua mãe, daquelas bem corujas que dariam a vida pelo filho, no banco da frente, grita "Carlinhos! Ponha já a cabeça pra dentro da janela!"
"o que foi mamãe?" diz o filho sem ouvir devido ao vento.
A mãe põe a cabeça pra fora e grita "encolhe a ca..." um pássaro dá de bico em sua cabeça. Ela morre.
O filho se sentiu culpado pela morte da mãe. Que morreu, não por ele, mas por sua culpa. Nunca mais sentiu o pente leve e invisível do vento em seus cabelos.
Me pergunto, o que é pior?
Se arriscar a perder?
Evitar uma perda com risco de perda?
Ou não se arriscar nem perder?
Quando eu souber disso eu provavelmente já morri, mas se quiserem dar as opiniões...
Sua mãe, daquelas bem corujas que dariam a vida pelo filho, no banco da frente, grita "Carlinhos! Ponha já a cabeça pra dentro da janela!"
"o que foi mamãe?" diz o filho sem ouvir devido ao vento.
A mãe põe a cabeça pra fora e grita "encolhe a ca..." um pássaro dá de bico em sua cabeça. Ela morre.
O filho se sentiu culpado pela morte da mãe. Que morreu, não por ele, mas por sua culpa. Nunca mais sentiu o pente leve e invisível do vento em seus cabelos.
Me pergunto, o que é pior?
Se arriscar a perder?
Evitar uma perda com risco de perda?
Ou não se arriscar nem perder?
Quando eu souber disso eu provavelmente já morri, mas se quiserem dar as opiniões...
20/11/2007
Corpo ou Coração?
vigésimo conto... o ultimo foi enigmático demais... mas também, 19 é primo (aqueles idiotas!) quero fazer um mais simples...
Na primavera, as flores de uma árvore ficam presas no galho, mas ao sabor do vento, livres e sozinhas. Sempre ao léu pra qualquer um. Buscando algo que resulta na reprodução da espécie. Nessa mesma estação, com as chuvas, o chão de terra fica macio, muito próprio pra receber as flores com um conforto incrível que parece eterno enquanto dura. Mas as flores parecem preferir ficar receptíveis pra qualquer um, buscando, como eu disse, algo que resulta na procriação da espécie.
No outono, as flores já não existem, os frutos foram dados, comidos ou caíram. Restam as folhas, que, por uma questão hormonal que não está na alçada desse conto, se permitem uma última frivolidade da espécime e se lançam ao vento. Porém para descansarem no conforto eterno do chão, para se sacrificar afim de dar condições para o nascimento de flores e folhas, jovens e fortes. Mas pelo período de estiagem que ocorre, o chão não é mais tão macio e não quer oferecer conforto à folha. Ela se sacrifica sem companhia, pode ter resultados, mas uma terra seca e fria que não quer receber, não possibilita o envio de nutrientes para o resultado do sacrifício das folhas.
Eu acho que os apêndices da árvore, se fossem, deviam ser frívolos no outono e se sacrificarem na primavera.
PS.:Mudei o título e tirei o Ps antigo e desnecessário, esse novo faz mais sentido no Texto
Na primavera, as flores de uma árvore ficam presas no galho, mas ao sabor do vento, livres e sozinhas. Sempre ao léu pra qualquer um. Buscando algo que resulta na reprodução da espécie. Nessa mesma estação, com as chuvas, o chão de terra fica macio, muito próprio pra receber as flores com um conforto incrível que parece eterno enquanto dura. Mas as flores parecem preferir ficar receptíveis pra qualquer um, buscando, como eu disse, algo que resulta na procriação da espécie.
No outono, as flores já não existem, os frutos foram dados, comidos ou caíram. Restam as folhas, que, por uma questão hormonal que não está na alçada desse conto, se permitem uma última frivolidade da espécime e se lançam ao vento. Porém para descansarem no conforto eterno do chão, para se sacrificar afim de dar condições para o nascimento de flores e folhas, jovens e fortes. Mas pelo período de estiagem que ocorre, o chão não é mais tão macio e não quer oferecer conforto à folha. Ela se sacrifica sem companhia, pode ter resultados, mas uma terra seca e fria que não quer receber, não possibilita o envio de nutrientes para o resultado do sacrifício das folhas.
Eu acho que os apêndices da árvore, se fossem, deviam ser frívolos no outono e se sacrificarem na primavera.
PS.:Mudei o título e tirei o Ps antigo e desnecessário, esse novo faz mais sentido no Texto
19/11/2007
Azar o dele? Azar? pra quê?
hmmm... eu lembrei outro dia de um caso meu com uma menina... uma confusão sem limite, nada também que eu possa contar... mas como diria um péssimo contador de histórias amigo meu: "o segredo de um bom contador de histórias é sempre deixar o ouvinte na expectativa de uma nova história a ser contada" enfim... (esse parêntesis ficou enorme, não esse, o anterior, se bem que esse também) outro dia estava sentado comigo mesmo e pensei, eu era doido com a menina e ela nunca gostou de mim de verdade, foi uma euforia que durou quase nada e eu fui chutado da vida amorosa dela... mas eu pensei comigo, azar o dela! Nem sempre os casos dão certo...
Hoje de manhã a professora de históra contou um caso de um filme (a aula dela também tem parêntesis enooormes) de dois irmão gêmeos que conversam sobre uma menina que umd eles era muito afim, e ele diz: "mas ela sempre disse mal de você e você atrás dela" o irmão responde: "azar o dela! que não soube me amar como eu a amei." enfim... é estranho, piegas, nhen nhen nhen e meloso demais falar sobre isso, mas esses dias eu não queria que os casos pudessem temrinar com essa facilidade do primeiro prágrafo. Claro que isso não é dor de corno, não vou ficar 1 semana sem postar no blog pra voltar desse jeito
Ao conto!
A origem da primeira ilha...
Um pequeno pedaço do continente... com pernas, estava andando feliz e contente quando resolveu sentar-se. lá nasceu um coqueiro e ele ficou olhando para a árvore quando viu um barco chegar, 2, 3 e centenas deles, saíam e chegavam, pois a ilha er aisolada e eles queriam integrá-la ao continente.
Suas pernas atrofiaram e ela ficou lá.. inerte. Claro que muitas outras ilhas foram formadas por outros motivos, mas a primeira foi por esse.
Hoje de manhã a professora de históra contou um caso de um filme (a aula dela também tem parêntesis enooormes) de dois irmão gêmeos que conversam sobre uma menina que umd eles era muito afim, e ele diz: "mas ela sempre disse mal de você e você atrás dela" o irmão responde: "azar o dela! que não soube me amar como eu a amei." enfim... é estranho, piegas, nhen nhen nhen e meloso demais falar sobre isso, mas esses dias eu não queria que os casos pudessem temrinar com essa facilidade do primeiro prágrafo. Claro que isso não é dor de corno, não vou ficar 1 semana sem postar no blog pra voltar desse jeito
Ao conto!
A origem da primeira ilha...
Um pequeno pedaço do continente... com pernas, estava andando feliz e contente quando resolveu sentar-se. lá nasceu um coqueiro e ele ficou olhando para a árvore quando viu um barco chegar, 2, 3 e centenas deles, saíam e chegavam, pois a ilha er aisolada e eles queriam integrá-la ao continente.
Suas pernas atrofiaram e ela ficou lá.. inerte. Claro que muitas outras ilhas foram formadas por outros motivos, mas a primeira foi por esse.
06/11/2007
A bóia azul.
Era uma vez um menino chamado José (sim... a criatividade hoje não é meu forte) que se machucava todo dia. E sempre esbarrando em alguém, tropeçavam em josé, batiam nele, ou ele tormbava quando corria olhando pro lado... enfim, uma confusão.
Foi quando José estava olhando um tatu bolinha e teve uma idéia genial:
-Já sei! -Disse o menino- vou fazer uma bóia enorme, mas tão enorme, que ninguém vai esbarrar em mim. E se esbarrar, e eu cair, não vou me machucar, vou rolar que nem tatu-bolinha (pus com e sem hífen pois não sei como se escreve). e a boia me protege. E toda vez que me machucar, encho mais a bóia.
E assim foi. José fez uma bóia de um material mais resistente que Ferro e mais maleável que borracha de balão e fez sua bóia, que antes era pequena, mais pra evitar pequenos contatos, mas quando tinha que abraçar alguém e acabava se atrapalhando, emuprrando alguém, aumentava a engenhoca, criou até um dispositivo que jogava ar para não ter que soprar, até porque passou um tempo e sua boca não alcançava mais o bico de encher a bóia. Os anos se passaram e sua boca também não alcançava muita coisa, nem outras coisas... enfim, ele não se envolveu com ninguém, pois ninguém o via direito, nem ele queria chegar muito perto de ninguém. Mas o rolar depois de cair era divertido, apesar de que com o tempo ele sentiu saudade de uma dorzinha, injeções, vasos caindo no pé, bola de futebol batendo na cabeça, essas coisas. Ele lembrava que doía, mas não lembrava mais o que era doer. Mas dizia - Ah! eu achava ruim... deve ser ruim!- e seguia com sua bóia erguida.
Um dia, a meia visão de José (já que a parte de baixo foi coberta pela bóia) permitiu que ele visse uma mulher linda! Ajudando um cego a atravessar a rua. Isso mesmo! De braços dados com ele. José não se lembrava do que era dar o braço, mas se lembrava que era bom, não quis se aproximar, pois o homem bóia seria o centro das atenções. Mas logo depois da travessia, o cego seguiu seu caminho para dentro de um prédio e Maria (sim... Maria, e não... minha criatividade não está boa hoje) Voltou seus olhos para uma Coisa azul enorme com uma pequena cabeça saindo de lá de dentro para espiá-la (mas não vá pensando você leitor que ela sabia que a cabeça estava espiando-a, porque José estava muito longe, caso contrário, ela com certeza olharia para ele). Foi a primeira troca de olhares pós Bóia de José.
A bóia se balançou, Maria se aproxima e recebe uma fala saindo de lá de dentro:
-Olá! que bonito você ajudando aquele cego! parabéns!
-Oi! Obrigada -disse ela estendendo a mão, mas José respondeu:
-Não posso, estou na bóia. Minha mão está presa aqui.
-Vou te dar uma missão, você só me verá de novo quando me ligar- jogou dentro da bóia um celular, com um número apenas na agenda- Libere essas mãos por alguém! Você se sentirá melhor.
José achou estranho aquilo que a moça disse, parecia que ela sabia que ele estava sentindo falta de pessoas, de sentir o mundo a sua volta, o vento na barriga, ele deve estar branquelo na região da barriga. Resultado: José ficou uma semana tentando libertar suas mãos, e finalmente conseguiu! Pegou o celular e ligou para: - Maria! esse é o nome da agenda.
-Alô?
-Alô maria! Sou eu! José!
-Seu nome é José? que legal! Nome bonito!
-Maria, preciso de sua ajuda, venha aqui, abre o bico da minha bóia e aperte pra sair ar e eu poder te abraçar! Te agradecer por me mostrar que as pessoas merecem o esforço!
-Tá bom! Tchau!
-Tchau!
Depois de 15 minutos, o s m a i o r e s q u i n z e m i n u t o s da vida de José. Quando ela chegou, José estava desesperado para abraçá-la, jogou o celular na lâmpada da sala, que se quebrou. José furou a bóia com o caco (-José nããããão!!!-) de vidro e a bóia explodiu (Bum!)
Maria se apaixonara por José desde quando sua bóia era pequena, eles eram da mesma sala. Maria sempre soube o que seria melhor pra ele, não se machucar é não crescer, é tomar decisões precipitadas. Maria sempre foi madura com sentimentos. Ajudando propositalmente o Cego (que era um amigo seu que a ajudou) mostrou a José como é o lado bom de se envolver. Ela sabia como tocá-lo, ela conhecia o garoto homem dentro da bóia. E ele não é diferente do homem menino sem bóia, a boiar e flutuar pela sala, ver tudo de cima, de braços dados com Maria. Um beijo Fecha a história de vida dos dois...
Foi quando José estava olhando um tatu bolinha e teve uma idéia genial:
-Já sei! -Disse o menino- vou fazer uma bóia enorme, mas tão enorme, que ninguém vai esbarrar em mim. E se esbarrar, e eu cair, não vou me machucar, vou rolar que nem tatu-bolinha (pus com e sem hífen pois não sei como se escreve). e a boia me protege. E toda vez que me machucar, encho mais a bóia.
E assim foi. José fez uma bóia de um material mais resistente que Ferro e mais maleável que borracha de balão e fez sua bóia, que antes era pequena, mais pra evitar pequenos contatos, mas quando tinha que abraçar alguém e acabava se atrapalhando, emuprrando alguém, aumentava a engenhoca, criou até um dispositivo que jogava ar para não ter que soprar, até porque passou um tempo e sua boca não alcançava mais o bico de encher a bóia. Os anos se passaram e sua boca também não alcançava muita coisa, nem outras coisas... enfim, ele não se envolveu com ninguém, pois ninguém o via direito, nem ele queria chegar muito perto de ninguém. Mas o rolar depois de cair era divertido, apesar de que com o tempo ele sentiu saudade de uma dorzinha, injeções, vasos caindo no pé, bola de futebol batendo na cabeça, essas coisas. Ele lembrava que doía, mas não lembrava mais o que era doer. Mas dizia - Ah! eu achava ruim... deve ser ruim!- e seguia com sua bóia erguida.
Um dia, a meia visão de José (já que a parte de baixo foi coberta pela bóia) permitiu que ele visse uma mulher linda! Ajudando um cego a atravessar a rua. Isso mesmo! De braços dados com ele. José não se lembrava do que era dar o braço, mas se lembrava que era bom, não quis se aproximar, pois o homem bóia seria o centro das atenções. Mas logo depois da travessia, o cego seguiu seu caminho para dentro de um prédio e Maria (sim... Maria, e não... minha criatividade não está boa hoje) Voltou seus olhos para uma Coisa azul enorme com uma pequena cabeça saindo de lá de dentro para espiá-la (mas não vá pensando você leitor que ela sabia que a cabeça estava espiando-a, porque José estava muito longe, caso contrário, ela com certeza olharia para ele). Foi a primeira troca de olhares pós Bóia de José.
A bóia se balançou, Maria se aproxima e recebe uma fala saindo de lá de dentro:
-Olá! que bonito você ajudando aquele cego! parabéns!
-Oi! Obrigada -disse ela estendendo a mão, mas José respondeu:
-Não posso, estou na bóia. Minha mão está presa aqui.
-Vou te dar uma missão, você só me verá de novo quando me ligar- jogou dentro da bóia um celular, com um número apenas na agenda- Libere essas mãos por alguém! Você se sentirá melhor.
José achou estranho aquilo que a moça disse, parecia que ela sabia que ele estava sentindo falta de pessoas, de sentir o mundo a sua volta, o vento na barriga, ele deve estar branquelo na região da barriga. Resultado: José ficou uma semana tentando libertar suas mãos, e finalmente conseguiu! Pegou o celular e ligou para: - Maria! esse é o nome da agenda.
-Alô?
-Alô maria! Sou eu! José!
-Seu nome é José? que legal! Nome bonito!
-Maria, preciso de sua ajuda, venha aqui, abre o bico da minha bóia e aperte pra sair ar e eu poder te abraçar! Te agradecer por me mostrar que as pessoas merecem o esforço!
-Tá bom! Tchau!
-Tchau!
Depois de 15 minutos, o s m a i o r e s q u i n z e m i n u t o s da vida de José. Quando ela chegou, José estava desesperado para abraçá-la, jogou o celular na lâmpada da sala, que se quebrou. José furou a bóia com o caco (-José nããããão!!!-) de vidro e a bóia explodiu (Bum!)
Maria se apaixonara por José desde quando sua bóia era pequena, eles eram da mesma sala. Maria sempre soube o que seria melhor pra ele, não se machucar é não crescer, é tomar decisões precipitadas. Maria sempre foi madura com sentimentos. Ajudando propositalmente o Cego (que era um amigo seu que a ajudou) mostrou a José como é o lado bom de se envolver. Ela sabia como tocá-lo, ela conhecia o garoto homem dentro da bóia. E ele não é diferente do homem menino sem bóia, a boiar e flutuar pela sala, ver tudo de cima, de braços dados com Maria. Um beijo Fecha a história de vida dos dois...
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